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educação diferente

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Educação Especial e Deficiência.

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Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Educação Especial e Deficiência.

A utilização do peixe como terapia

Existem mais de 28 mil espécies de peixes, que se dividem nos seguintes grupos: peixes ósseos (mais 22.000 espécies) à qual pertencem as sardinhas, as garoupas, o bacalhau, o atum...; peixes cartilaginosos (mais de 800 espécies) à qual pertencem os tubarões e as raias; e vários grupos de peixes sem maxilas (80 espécies), incluindo as lampreias por exemplo.

 

História

Os chineses foram pioneiros no que respeita à criação de peixes - criaram métodos de selecção genética para desenvolver espécies adequadas à vida em cativeiro.

Os romanos também se dedicaram aos peixes e construíram aquários enormes. Hoje em dia, existem imensos aquários em todo o mundo – para estudo e observação, para criação e para diversão.


Características

Os peixes não dormem - apenas alternam estados de vigília e de repouso. O período de repouso consiste num estado de imobilidade, em que os peixes se equilibram através de movimentos lentos. Como não possuem pálpebras, os seus olhos ficam sempre abertos.

 

Terapia utilizando peixes

A vida dos peixes depende da atenção dos seus donos, contudo, a manutenção do aquário proporciona ao cuidador momentos de calma, tranquilidade e de meditação.

 

Actividades

- Retirar as plantas e as impurezas;

- Aspirar das paredes e o limpar as pedras;

- Mudar a água;

- Alimentar os peixes;

- Verificar se os peixes estão com alguma mancha ou aparência diferente.

 

Benefícios

Desenvolve a autonomia, trabalha o sentido de responsabilidade e a auto confiança. Para além disto, auxilia no desenvolvimento da cognição, comunicação e motricidade global. Contribui para o alívio do stress e proporciona momentos de completa tranquilidade e relaxamento.

 

Intervenção

O peixe de aquário poderá revelar-se para a criança/jovem com nee, como o primeiro passo para a terapia assistida por animais. Isto porque, o animal é pequeno e se encontra num aquário (de onde não sai) - facilitando uma primeira aproximação.

A terapia assistida por animais poderá envolver mais do que um animal. Desta forma, se o terapeuta ou técnico iniciar o trabalho utilizando um aquário poderá revelar-se como um eficaz motivo de inicio de conversa.

 

Pedro Santos in Compêndio de Terapia Assistida por Animais