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educação diferente

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Educação Especial e Deficiência.

educação diferente

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Educação Especial e Deficiência.

O meu menino autista nº6

18. OUTROS

"AUTISMO e MEMÓRIA”

Existe alguma teoria que explique a memória fantástica que alguns autistas exibem?

Ataide Carlos Ribeiro do Nascimento, Médico Psiquiatra, Joinville (SC).

 

Os autistas realmente apresentam, não somente uma memória surpreendente, mas também outras habilidades extraordinárias que não são exibidas pela maioria das pessoas, incluindo cálculo matemático, habilidades artísticas e musicais.

 

Com relação a sua memória, eles são capazes de se lembrar e responder prontamente, por exemplo, que dia da semana foi 4 de Abril de 1958. Eles também podem se lembrar de datas de nascimento e morte de amigos ou de pessoas públicas como de presidentes, de suas famílias. Costumam também se lembrar de pessoas que não viram há mais de 20-30 anos.

 

A razão pela qual alguns indivíduos autistas apresentam estas habilidades ainda é desconhecida. E' possível pensar em uma compensação de regiões cerebrais especializadas dada a deficiência de outras. Existem muitas teorias, mas nenhuma evidencia sustenta qualquer uma delas. Dr. Rimland do Center for theStudyofAutism, nos EUA, especula que estes indivíduos "têm uma inacreditável habilidade de concentração e podem focalizar completamente a sua atenção em uma área específica de interesse".

Sílvia Helena Cardoso, PhD, Psicobióloga, Campinas (SP).

 

A memória fotográfica tem um bom exemplo em alguns portadores de autismo infantil, que apresentam uma fantástica memória fotográfica. Parece ser fruto de hiper-desenvolvimento de determinadas regiões cerebrais em detrimento de outras que ficam bastante comprometidas. Este desequilíbrio parece mesmo ser uma anomalia ainda que tal desenvolvimento seja desejável. A dominância cerebral - estudos sobre mancinismo referendam esta dominância cerebral e consequente aumento de sinapses.

Prof. Dr. Luís Carlos Calil Responsável pela disciplina de Psiquiatria Clínica da Faculdade de Medicina do Triangulo Mineiro - Uberaba MG

Copyright 1997 Universidade Estadual de Campinas"

 

"Características de personalidade de mães de crianças com diagnóstico de autismo infantil: um estudo comparativo

 

Orientadora: Profa. Dra. Latife Yazigi

 

Introdução: A descrição da personalidade das mães das crianças autistas, iniciada por KANNER (1943) e desenvolvida por autores da área psicanalítica, sugeria o comprometimento da capacidade afetiva e relacional. Nas últimas duas décadas, estudos sistemáticos têm referido níveis elevados de estresse em mães de crianças autistas e há intenso trabalho de investigação sobre que fatores estariam associados ao estresse experienciado. Mais recentemente, tem sido investiga a hipótese de que a vulnerabilidade genética no autismo poderia se expressar em parentes não-autistas das crianças autistas, por alterações leves, mas qualitativamente semelhantes àquelas das crianças. São identificadas alterações sociais, na comunicação e padrões repetitivos de comportamento em mães de crianças autistas.

Objetivos: Verificar se as mães de crianças autistas possuem características específicas de personalidade nas áreas afetiva, de relacionamentos interpessoais e estresse; identificar quais fatores estão associados a essa(s) característica(s); e se essas mães apresentam um padrão próprio de representação objetal.

Desenho do Estudo: Caso-controle.

Local: Três ambulatórios de psiquiatria infantil, um Centro de Saúde e duas escolas da rede pública (cidade de São Paulo).

Participantes: trinta e uma mães de crianças autistas pareadas por idade/gênero da criança e idade da mãe com 31 mães de crianças sem problemas de saúde mental (escore T < 60 no Inventário de Comportamentos da Infância e Adolescência – CBCL).

Metodologia: O Método de Rorschach, aplicado e avaliado conforme instruções do Sistema Compreensivo foi utilizado para avaliar dez características de personalidade relacionadas com as hipóteses do estudo e mais três variáveis confundidoras. Além das características de personalidade, na avaliação dos fatores associados foram consideradas cinco características sócio-demográficas e sete características relacionadas ao quadro clínico de autismo, escolarização e tratamento. Para investigação do padrão de representações objetais das mães foi aplicada às respostas humanas a Escala de Relações Objetais (BLATT et al., 1976) e efetuado um estudo das temáticas recorrentes nessas respostas. A concordância entre examinadores no Método de Rorschach (aferida através dos coeficientes Kappa e Coeficiente de Correlação Intraclasses) variou de substancial (0,61-0,81) a excelente (>0,81) em todas as variáveis do Sistema Compreensivo e em todas as categorias da Escala de Relações Objetais, exceto duas.

Resultados: A análise de regressão logística mostra que as mães das crianças autistas têm probabilidade duas vezes maior do que as mães do grupo controle de experienciar estresse, parte do qual determinado por elementos situacionais (OR=2,01; IC95%:1,18–3,69). A análise de três modelos de regressão logística indica que esse estresse está associado a ter um filho autista (OR=13,27; IC95%:2,83–62,17); baixa propensão a demonstração de afetos (OR=1,46; IC95%:1,04-2,05); pouco interesse por pessoas (OR=1,39; IC95%:1,09–1,78); maior idade materna (OR=0,86; IC95%:0,74–0,89); e menor idade da criança (OR=1,53; IC95%:1,08–2,17). O nível de desenvolvimento estrutural da representação de objeto das mães de crianças autistas é semelhante ao de controles em respostas adequadas à realidade (7,94 e 8,95; p = 0,131, respectivamente na Escala OR+) mas menor em respostas distorcidas (4,97 e 7,0; p = 0,04 respectivamente na Escala OR-). A abordagem temática das representações objetais revela figuras humanas bem construídas e coerentes embora desvalorizadas com componentes relacionados à sexualidade não devidamente integrados. Observa-se também a representação de temas relacionados à infância de modo indefinido e passivo.

Conclusões: As mães de crianças autistas experimentam maiores níveis de estresse ao menos parcialmente determinado por elementos circunstanciais o que sugere que ao menos parte desse estresse seja uma consequência do contato com a criança autista do que associada às causas do quadro. Não foi identificado um padrão particular de demonstração e expressão afetiva (área do afeto) ou de interesse por relacionamentos interpessoais. O principal fator responsável pelo estresse das mães estudadas é o fato de ter um filho autista, mas a presença de outros fatores (como expressão afetiva e interesse por pessoas diminuídos, maior idade materna e menor idade da criança) podem aumentar ainda mais esse estresse, o que sugere a existência de subgrupos de mães de crianças autistas que merecem especial atenção por parte dos profissionais de saúde mental. Fatores associados à gravidade do autismo, seu tratamento e escolarização da criança autista parecem não ter influência sobre a experiência de estresse das mães de crianças autistas. O padrão estrutural de representação objetal de mães de crianças autistas é semelhante ao de mães de crianças sem problemas de saúde mental quando é empregada a Escala OR+ ou quando um escore único, contínuo de representação estrutural de objeto é utilizado (RORSCORE). Quando são consideradas separadamente as situações de distorção perceptiva da realidade (Escala OR-), mães de crianças autistas apresentam níveis de desenvolvimento das representações estruturais de objeto menores do que as mães do grupo controle. Esse resultado, considerado em conjunto com elementos observados na análise temática podem ser interpretados como indicadores do emprego de estratégias defensivas rígidas por parte das mães de crianças autistas que podem estar associadas a uma estrutura neurótica de personalidade. Algumas mães de crianças autistas apresentam uma visão de si mesmas e de seus filhos associada a elementos primitivos, mas parece que esse fato não caracteriza o grupo de mães de autistas.

 

mail103.gif (4196 bytes) Webmaster: Denise Razzouk Data da última modificação: 01/08/00"

 

ABRA - Associação Brasileira de Autismo

DÉCADA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA - 2006 - 2016

Área do Autismo

http://www.d-eficiente.net/

DOCUMENTO ELABORADO DURANTE O VII CONGRESSO

BRASILEIRO DE AUTISMO, EM FORTALEZA-CE

De 21 a 26 de novembro de 2006.

A Associação Brasileira de Autismo – ABRA, entidade nacional que congrega as associações de pais e amigos do autista no Brasil, reunida durante o VII Congresso Brasileiro de Autismo, realizado na cidade de Fortaleza – CE, no período de 21 a 26 de novembro de 2006, considerando a realização da Câmara Técnica “Década das Pessoas com Deficiência” a ser realizada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos por meio da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, elaborou juntamente com a comissão escolhida na plenária do Congresso o documento que segue, no intuito de colaborar para a melhoria das condições de atenção à Pessoa Portadora de Autismo e de outros transtornos do desenvolvimento.

Os participantes do VII Congresso Brasileiro de Autismo, pais, amigos, profissionais, pessoas com autismo reivindicam da SEDH/CORDE que o documento seja considerado como subsídio de estudo e encaminhamento durante a realização da Câmara Técnica, assim como que o mesmo seja divulgado no âmbito do Governo Federal, incorporando-o nas metas da década.

Para que possamos de fato atingir as metas do milênio, as pessoas com Autismo e suas famílias devem ser contemplados nos seguintes aspectos:

 

1. Que as famílias tenham garantia de cumprimento das políticas publicas de assistência social, saúde, educação, transporte, lazer, cultura, e esportes.

2. Criação de pelo menos um centro de referencia em atenção à pessoa com autismo, por estado.

3. Criação de Programa Educacional Individualizado, atendendo as necessidades especiais e singulares das pessoas com Autismo, independente da idade, sexo, condição, social, raça, religião ou orientação política. O mesmo deve ser elaborado em parceria com as famílias e organizações do terceiro setor interessadas nesta causa.

4. O atendimento com educação de qualidade por profissionais capacitados para atender pessoas com Transtornos do espectro do autismo deve ser garantido, quer seja em escolas regulares ou de ensino especial.

5. Regulamentar, no âmbito educacional, a figura do facilitador: Profissional que tem a função de acompanhar o educando com autismo intermediando a ação pedagógica e promovendo as adaptações curriculares necessárias a sua inclusão.

6. O atendimento em saúde seja garantido em equipes multiprofissionais capacitadas para atender Pessoas com Transtorno do espectro do autismo.

7. Garantir acesso aos medicamentos necessários ao tratamento de sintomas alvo, respeitando a resposta individual de cada um.

8. Atendimento especializado a gestante e ao recém nascido em cuja família já existam casos de Autismo.

9. Objetivando a melhoria da qualidade de vida das pessoas com autismo e de suas famílias: Estimular e apoiar a permanência de tais pessoas no seio familiar. Criando programas de acompanhamento e orientação sistemática para as famílias. E, nos casos em que de todo não seja possível à permanência com a família, sejam criadas residências terapêuticas especializadas em Autismo, respeitando o desejo e as potencialidades de cada indivíduo e sua família. A utilização dessas residências poderá ser por períodos variáveis ou definitivos, levando em conta as necessidades de cada caso.

10. Objetivando a inclusão social, promover campanhas informativas para sensibilizar a comunidade sobre as necessidades do individuo com autismo e de sua família.

11. Estimular o diagnóstico e a intervenção precoce, por meio de capacitação dos pediatras e outros profissionais da saúde e da educação. Criação e divulgação de serviços especializados em intervenção precoce em casos de suspeita de transtorno do espectro autista.

12. Capacitar os serviços de saúde, inclusive os de atendimento de emergência, de saúde bucal e ambulatórios em geral, assim como outros que prestem atendimento directo à população a lidar de forma mais adequada com as pessoas com Transtornos de comportamento.

13. Estimular a inclusão no mercado de trabalho, objetivando uma vida autônoma e produtiva da pessoa com autismo. Treinar profissionais em orientação vocacional e identificação de talentos, habilidades e interesses com fins de profissionalização e inserção no mercado de trabalho. Criação de oficinas terapêuticas e postos em emprego protegido.

14. Os benefícios de assistência e previdência social devem poder ser retomados, caso a inclusão no mercado de trabalho não tenha continuidade.

15. Isenção de impostos para aquisição de equipamentos e recursos específicos para aperfeiçoamento dos serviços de atendimento especializados.

16. Conceder incentivos fiscais a empresas que ofereçam apoio a organizações não governamentais que promovam o atendimento e orientação a pessoas com autismo e suas famílias.

17. Incentivar cursos de capacitação para formação e reciclagem dos profissionais envolvidos no atendimento das pessoas com autismo.

18. Favorecer a troca de experiências e informações com serviços e centros internacionais especializados.

19. Apoiar a criação e o fortalecimento de associações de pais e de pessoas com Transtornos do espectro do autismo, visando sua maior participação na sociedade e intercambio de experiências, controle social da execução das políticas públicas para o setor.

 

Menos crianças autistas a norte do País
Estudo premiado afirma que o Centro, Açores e Lisboa têm o dobro da prevalência

Elsa costa e silva

 

A prevalência de autismo nas crianças do Norte do País é metade da verificada no resto de Portugal. Um estudo que envolveu investigadores do Hospital Pediátrico de Coimbra e do Instituto Nacional Ricardo Jorge - e que ontem recebeu o Prémio Pfizer para investigações clínicas - estima que haja, a nível nacional, um autista por cada mil crianças. Contudo, existem fortes discrepâncias regionais. O facto de o Norte ter menos autismo pode resultar de diferenças genéticas das populações.

Este estudo epidemiológico - um dos poucos a nível mundial com esta dimensão - envolveu perto de 350 mil crianças, nascidas de 1990 a 1992, e foi dirigido a alunos do 1.º ciclo e escolas de educação especial. A investigação identificou 120 crianças com autismo. Tendo em conta os valores obtidos a nível internacional, a prevalência encontrada para Portugal, explica Guiomar Oliveira, uma das autoras do estudo, é mais baixa, mas isso pode dever-se ao carácter alargado da população, quando as investigações internacionais "estudam grupos mais restritos".
Ainda de acordo com Guiomar Oliveira, a prevalência nas regiões do Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Açores (o arquipélago da Madeira não participou) são muito semelhantes e rondam 1,5 autistas por mil crianças. O facto de haver uma prevalência mais baixa no Norte do País pode reflectir "um impacto de factores genéticos que se sabem conferir características populacionais específicas a estas três regiões de Portugal". A investigadora salienta a possibilidade de a "influência árabe", mais centrada no Centro e Sul do País, ser uma das razões.
Outro aspecto que esta investigação pôs em relevo diz respeito à associação do autismo com distúrbios da cadeia respiratória mitocondrial, uma doença que tem a ver com défices enzimáticos relacionados com a produção de energia. "Se há menos energia no cérebro, essa pode ser a razão de ele funcionar com deficiências", avança Guiomar Oliveira. Esta associação, explica ainda a autora, "foi um achado inesperado, que não estava descrito na literatura internacional, mas que é uma das patologias mais frequentes".
O estudo encontrou ainda uma frequência significativamente mais elevada de anticorpos dirigidos contra proteínas do tecido cerebral nas crianças autistas. Um facto que revela, provavelmente, um ataque de agentes infecciosos (e a consequente resposta do organismo) durante o desenvolvimento do sistema nervoso central, que poderá ter desencadeado o autismo na sequência de uma susceptibilidade genética.
Os investigadores defendem que é necessário criar equipas de apoio multidisciplinar para apoiar as crianças e as suas famílias. Por outro lado, no período de realização do trabalho de campo (ano lectivo 1999-2000), cerca de metade das crianças com diagnóstico de autismo frequentava escolas de ensino especial, o que põe em causa "a qualidade das respostas educativas". "É preciso criar condições para as que escolas normais possam aplicar a filosofia de inclusão", explica Guiomar Oliveira.
Esta investigação recebeu o prémio Pfizer 2005 em investigação clínica, numa cerimónia que contou com a presença do ministro da Saúde. Ainda no âmbito desta iniciativa, foram também premiados cinco trabalhos de investigação clínica, com menções honrosas, e de investigação básica.

Fonte: http://dn.sapo.pt/2005/11/19/sociedade/menos_criancas_autistas_a_norte_pais.html

 

 

BBC Brasil.com - Ciencia e Saúde

Pesquisa atribui autismo ao nível de mercúrio no corpo…

http://www.bbc.co.uk/portuguese/

 

Biblioteca do Conhecimento Online

http://www.b-on.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=103&Itemid=41

 

Biologia molecular e bioinformática notícias

Gene do autismo em ratos

http://www.biomol.net/noticias/

 

CAT.INIST.FR

Autismo Infantil, transtorno bipolar e retardo mental em portador de síndrome da rubéola congénita: Relato de caso.

http://cat.inist.fr/?aModele=presentation

 

Departamento de Psiquiatria Unifesp/EPM

Banco de Teses: Doutorado de Cristiane Duarte

Características de personalidade de mães de crianças com diagnóstico de autismo infantil: um estudo comparativo

http://www.unifesp.br/dpsiq/posgrad/posgrad.htm

 

Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular

Autor: Rita Jordan

 

Educação de crianças e jovens com autismo

http://www.dgidc.min-edu.pt/inovbasic/edicoes/monografias-info.htm

http://www.dgidc.min-edu.pt/inovbasic/edicoes/livros/index.htm

http://www.dgidc.min-edu.pt/inovbasic/edicoes/livros/outras/index.htm

 

Direcção de Serviços da Educação Especial e do Apoio Sócio-Educativo

Necessidades Educacionais

http://www.ferlei.pt/doc/servicos_nee.pdf

 

Dislexia.do.sapo.pt

Problemas de Aprendizagem: Dislexia, Autismo, Hiperactividade, Desordens de atenção e muitas outras condições

http://dislexia.do.sapo.pt/index.html

 

Educação Especial – Diversidade e Diferença

Por: Agostinho Silva

http://www.coloaeespecial.educacao.te.pt/

 

F@le com a psicóloga - Paula Dely

O que é o autismo?

http://www.educacional.com.br/home.asp

Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

http://www.educacional.com.br/falecom/psicologa_bd.asp?codtexto=590&fromeduc=1

 

FolhaOnline

http://www.folha.com.br/

Equilíbrio

Autismo é o extremo do masculino, diz inglês (O psicólogo inglês Simon Baron-Cohen, ...)

http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/

 

Manual Merck de Saúde para a Família

Autismo – Causas, Sintomas e Diagnóstico, Prognóstico e Tratamento

http://www.manualmerck.net/?url=/artigos/%3Fid%3D299%26cn%3D1572

 

Saúde na Internet

Autismo

http://www.mni.pt/pesquisa.php?search_keywords=autismo

 

SEI – Consultório Orientação Psicopedagógica

Projecto de Intervenção nas Perturbações do Desenvolvimento

- ABA – Análise Comportamental aplicado em crianças com Autismo

http://www.sei-online.net/consultorio/projectos/aba.htm

 

Teste Detecta Autismo e Atraso Mental

http://www.malhatlantica.pt/ecae-cm/testes.htm

 

Amélia Florindo (Encarregada de Educação e responsável pelo blog: o meu menino autista - http://light_pt.blogs.sapo.pt/)

Data: 2006