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EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E DEFICIÊNCIA

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EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E DEFICIÊNCIA

Curso Grátis (com certificado) - EDUCAÇÃO INCLUSIVA

INTRODUÇÃO

A construção de uma Escola Inclusiva constitui hoje o grande desafio dos sistemas educativos.

Apostar numa educação diferenciada exige a criação de oportunidades de aprendizagem significativas e personalizadas num contexto rico de experiências e interacções vividas no colectivo.

A inclusão, como acto de incluir e de acrescentar coisas, representa socialmente, um acto de igualdade entre os diferentes indivíduos. No sentido em que insere, aglutina e moderniza consciências, correntes e pensamentos. Deste modo, todos têm o direito de se inteirar e participar nas várias dimensões do seu ambiente de integração - sem sofrer qualquer tipo de discriminação e/ou preconceito.

Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho estabelece os princípios e as normas que garantem a inclusão, enquanto processo que visa responder à diversidade das necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos, através do aumento da participação nos processos de aprendizagem e na vida da comunidade educativa.

PROGRAMA DO CURSO:

Módulo I - A CONCEPÇÃO DA DEFICIÊNCIA NAS SOCIEDADES ANTIGAS

Módulo II - A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM PORTUGAL

Módulo III - EDUCAÇÃO INCLUSIVA: LIBERDADE PARTICIPADA

Módulo IV - EDUCAÇÃO INCLUSIVA VS EDUCAÇÃO ESPECIAL

Módulo V - DECETO-LEI Nº 54/2018, DE 6 DE JULHO

Módulo VI - EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ARTICULAÇÃO

Módulo VII - MEDIDAS DE SUPORTE À APRENDIZAGEM E À INCLUSÃO

Módulo VIII - EQUIPA MULTIDISCIPLINAR DE APOIO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Módulo IX - DESENHO UNIVERSAL DE APRENDIZAGEM

Módulo X - DOCUMENTOS

CURSO - EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Módulo I (3).pdf

Módulo II (4).pdf

Módulo III (3).pdf

Módulo IV (3).pdf

Módulo V (3).pdf

Módulo VI (3).pdf

Módulo VII (3).pdf

Módulo VIII (3).pdf

Módulo IX (3).pdf

Módulo X (2).pdf

Depois de imprimir o certificado de participação, deixe o seu comentário.

certificado (2).pdf

 

Curso Grátis (com certificado) - EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Programa do curso:

Módulo I - A CONCEPÇÃO DA DEFICIÊNCIA NAS SOCIEDADES ANTIGAS

Módulo II - A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM PORTUGAL

Módulo III - EDUCAÇÃO INCLUSIVA: LIBERDADE PARTICIPADA

Módulo IV - EDUCAÇÃO INCLUSIVA VS EDUCAÇÃO ESPECIAL

Módulo V - DECETO-LEI Nº 54/2018, DE 6 DE JULHO

Módulo VI - EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ARTICULAÇÃO

Módulo VII - MEDIDAS DE SUPORTE À APRENDIZAGEM E À INCLUSÃO

Módulo VIII - EQUIPA MULTIDISCIPLINAR DE APOIO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Módulo IX - DESENHO UNIVERSAL DE APRENDIZAGEM

Módulo X - DOCUMENTOS

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Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

As medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão têm como finalidade a adequação às necessidades e potencialidades de cada aluno e a garantia das condições da sua realização plena, promovendo a equidade e a igualdade de oportunidades no acesso ao currículo, na frequência e na progressão ao longo da escolaridade obrigatória.

Estas medidas são desenvolvidas tendo em conta os recursos e os serviços de apoio ao funcionamento da escola, os quais devem ser convocados pelos profissionais da escola, numa lógica de trabalho colaborativo e de corresponsabilização com os docentes de educação especial, em função das especificidades dos alunos.

A implementação das medidas ocorre em todas as modalidades e percursos de educação e de formação, de modo a garantir que todos os alunos têm igualdade de oportunidades no acesso e na frequência das diferentes ofertas educativas e formativas.

As medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão estão organizadas numa abordagem multinível, compreendendo medidas universais, seletivas e adicionais.

As medidas são mobilizadas ao longo do percurso escolar do aluno, decorrentes da avaliação e monitorização sistemática dos progressos do aluno. Poderão ser aplicadas cumulativamente, consoante as necessidades do aluno.

A definição das medidas é decidida pela equipa multidisciplinar, ouvidos os  pais/encarregados de educação e outros técnicos que acompanhem os alunos.

As medidas universais correspondem às respostas que a escola mobiliza para todos os alunos de forma a promover a participação e a melhoria das aprendizagens e poderão incidir em:

      • Diferenciação pedagógica;
      • Acomodações curriculares;
      • Enriquecimento curricular;
      • Promoção do comportamento pró-social;
      • Intervenção com foco académico ou comportamental em pequenos grupos (entre outras).

As medidas seletivas dirigem-se a alunos que evidenciam necessidades de apoio à aprendizagem que não foram supridas pela aplicação de medidas universais. A mobilização de medidas seletivas implica a elaboração de relatório técnico-pedagógico, pela equipa multidisciplinar e poderão incidir em:

      • Percursos curriculares diferenciados;
      • Adaptações curriculares não significativas;
      • Apoio psicopedagógico;
      • Antecipação e o reforço das aprendizagens;
      • Apoio tutorial.

As medidas adicionais dirigem-se a alunos que evidenciam dificuldades acentuadas e persistentes ao nível da comunicação, interação, cognição ou aprendizagens que exigem recursos especializados e que podem incidir em::

      • Frequência do ano de escolaridade por disciplinas;
      • Adaptações curriculares significativas;
      • Plano individual de transição;
      • Desenvolvimento de metodologias e estratégias de ensino estruturado;
      • Desenvolvimento de competências de autonomia pessoal e social.

in DLnº54/2018

Decreto-Lei nº 54/2018, de 6 de julho

Decreto-Lei nº 54/2018, por muitos designado de “Diploma para a Educação Inclusiva”, pretende providenciar oportunidades de aprendizagem efetivas para todas as crianças.

Este diploma vem promover uma visão mais abrangente da escola e do processo de ensino -aprendizagem. Vem pedir que se olhe para a escola como um todo, abarcando a multiplicidade e a interação das suas dimensões. Vem alertar para o facto de qualquer aluno, em qualquer momento do seu percurso académico, necessitar de medidas de suporte à aprendizagem.

Para isso, tem em conta o perfil de aprendizagem de cada aluno, assente numa lógica de diferenciação pedagógica, que recorre a medidas de suporte à aprendizagem para garantir equidade e igualdade de oportunidades de acesso ao currículo, de frequência e de progressão no sistema educativo.

Antes de julho de 2018, as medidas de apoio existentes, eram apenas dirigidas a alunos com necessidades educativas especiais.

Atualmente, o “novo” sistema educativo baseia-se na diferenciação pedagógica, dirigindo-se assim a todos os alunos, independentemente da existência de um diagnóstico de uma perturbação de aprendizagem específica e/ou de outra de caráter permanente ou temporário.

É, no entanto, de reforçar que quanto mais significativas e extensas forem as fragilidades do aluno, mais medidas e mais recursos serão necessários mobilizar.

A decisão sobre que medidas se irão mobilizar pertence à equipa multidisciplinar, a qual deve analisar a informação disponível, decorrente da avaliação e da monitorização sistemática da evolução do aluno.
Que medidas?

As medidas propostas no diploma estão enquadradas numa abordagem multinível, dividindo-se em:

  • Medidas Universais(respostas educativas que a escola tem para todos os alunos com o objetivo de promover a participação e a melhoria das aprendizagens);
  • Medidas Seletivas(respostas que visam colmatar as necessidades de suporte à aprendizagem, não supridas pela aplicação das anteriores);
  • Medidas Adicionais(respostas que visam colmatar dificuldades acentuadas e persistentes ao nível da comunicação, interação, cognição ou aprendizagens que exigem recursos especializados de apoio à aprendizagem e à inclusão).

Assim, a mobilização de Medidas Universais, não depende de necessidades específicas por parte da criança ao nível de intervenção especializada, dependendo sim de avaliações/rastreios que podem ocorrer ao longo do ano letivo, com o intuito de, por um lado, identificar áreas prioritárias de intervenção e, por outro, de identificar alunos em risco, que possam estar a necessitar de avaliações e de intervenções mais “personalizadas”. Logo, dependendo das necessidades identificadas, poderá mobilizar-se, a este nível, uma ou mais, das seguintes medidas:

DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA

Permite que as tarefas aplicadas em contexto de sala de aula possam ser diferenciadas, no que concerne à finalidade, conteúdo, tempo e modo de se realizarem, em simultâneo com os recursos, condições e apoios disponibilizados;

ACOMODAÇÕES CURRICULARES

Permitem aceder ao currículo e a atividades de aprendizagem, em contexto de sala de aula, através da variedade e da combinação adequada de diversos métodos e de estratégias de ensino, da utilização de diferentes modalidades e instrumentos de avaliação, da adaptação de materiais e recursos educativos e da remoção de barreias na organização do espaço e do equipamento (por exemplo, “sentar o aluno junto de um colega que sirva de modelo positivo”, “assegurar-se que as instruções são compreendidas”, “permitir, durante os testes, a consulta de apontamentos/notas”, entre outras);

ENRIQUECIMENTO CURRICULAR

Com base na autonomia e flexibilidade curricular, é permitido à escola enriquecer o currículo com conhecimentos, capacidades e atitudes que contribuam para alcançar as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, podendo, inclusive, passar pela criação de novas disciplinas no ensino básico, como por exemplo Desporto Escolar, Xadrez, entre outras;

PROMOÇÃO DO COMPORTAMENTO PRÓ-SOCIAL

Pode passar pela implementação de programas dirigidos para a promoção de competências sócio-emocionais;

INTERVENÇÃO COM FOCO ACADÉMICO OU COMPORTAMENTAL EM PEQUENOS GRUPOS

Varia consoante a entidade educativa, podendo, por exemplo, ser o apoio ao estudo a um determinado ciclo, grupos de promoção de competências matemáticas, a criação de uma oficina de escrita, entre outras;

APOIO TUTORIAL

Estratégia de apoio e orientação pessoal e escolar que se constrói através de uma relação desenvolvida de forma partilhada e construída por ambos os elementos da díade, que podem ser tutor/tutorando, professor/aluno ou aluno/aluno.

Relativamente às medidas que constituem o nível 2, emergem as Medidas Seletivas,que são mobilizadas quando os alunos manifestam necessidades de suporte à aprendizagem que não foram supridas pela aplicação de medidas universais e que exigem a elaboração de um Relatório Técnico-Pedagógico aquando da sua mobilização. Neste âmbito, enquadram-se as seguintes medidas:

PERCURSOS CURRICULARES DIFERENCIADOS

Incluem as ofertas educativas do ensino básico, ofertas educativas e formativas do ensino secundário e cursos de dupla certificação, para o ensino básico e secundário (ver Decreto-Lei nº 55/2018, 6 de julho, Capítulo II, Artigo 7º – Ofertas educativas e formativas);

ADAPTAÇÕES CURRICULARES NÃO SIGNIFICATIVAS

Envolvem a gestão do currículo, mas que não comprometem as aprendizagens previstas nos documentos curriculares e que se materializam em adaptações ao nível dos objetivos e dos conteúdos, através da alteração na sua prioridade ou sequenciação, ou na introdução de objetivos específicos de nível intermédio que permitam aos alunos atingir os objetivos globais e as aprendizagens essenciais;

APOIO PSICOPEDAGÓGICO

Poderá ser dado por um técnico especializado, sendo de carácter remediativo e cuja intervenção se centra nos domínios escolar, cognitivo, comportamental ou sócio-emocional, em contexto individual ou de grupo;

ANTECIPAÇÃO E REFORÇO DAS APRENDIZAGENS

Antecipar e reforçar aprendizagens, podendo operacionalizar-se, por exemplo, facultando com antecedência e detalhe, os conteúdos que o aluno deverá estudar para os testes e para as fichas de avaliação, ou os textos a trabalhar em contexto de aula.

Por fim, as medidas de nível 3, as quais se designam de Medidas Adicionais, só devem ser mobilizadas após demonstração e fundamentação no relatório técnico-pedagógico, em situações em que as medidas universais e seletivas se verificaram insuficientes para a obtenção de sucesso. Estas dividem-se em:

FREQUÊNCIA DO ANO DE ESCOLARIDADE POR DISCIPLINAS

ADAPTAÇÕES CURRICULARES SIGNIFICATIVAS

Medidas de gestão curricular que interferem com as aprendizagens previstas nos documentos curriculares, requerendo a introdução de outras aprendizagens alternativas e estabelecendo objetivos globais ao nível dos conhecimentos a adquirir e das competências a desenvolver, de modo a potenciar a autonomia, o desenvolvimento pessoal e relacional. A mobilização das presentes medidas exige a elaboração de um Plano Educativo Individual (PEI);

PLANO INDIVIDUAL DE TRANSIÇÃO (PIT)

Documento dinâmico que complementa o PEI três anos antes da idade limite da escolaridade obrigatória, no sentido de preparar a vida pós-escolar dos alunos que frequentam a escolaridade com adaptações curriculares significativas;

DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO ESTRUTURADO

Envolve as unidades de Ensino Estruturado para o Apoio à Inclusão de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo, com vista a concentrar meios humanos e materiais que possam oferecer uma resposta educativa de qualidade a estes alunos;

DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DE AUTONOMIA PESSOAL E SOCIAL

Ações de apoio ao crescimento e ao desenvolvimento pessoal e social dos alunos, visando igualmente a promoção de saúde e a prevenção de comportamentos de risco (alínea e), do ponto 5, do Artº 21º Dinâmicas Pedagógicas – Dec-Lei nº 55/2018, de 6 de julho).

Por fim e sempre que se verifique a necessidade de aplicar Adaptações no Processo de Avaliação,é necessário recorrer ao artigo 28.º, cujas medidas disponíveis  são:

  1. a)Diversificação dos instrumentos de recolha de informação;
  2. b)Enunciados em formatos acessíveis;
  3. c)Interpretação em LGP;
  4. d)A utilização de produtos de apoio;
  5. e)O tempo suplementar para a realização da prova;
  6. f) A transcrição das respostas;
  7. g)A leitura de enunciados;
  8. h)A utilização de sala separada;
  9. i)As pausas vigiadas;
  10. j)O código de identificação de cores nos enunciados.

Importa ressalvar que, segundo o artigo 29.º do Decreto-Lei 54/2018, enquanto a progressão dos alunos abrangidos por medidas universais e seletivas se realiza nos termos definidos na lei, a progressão dos alunos abrangidos por medidas adicionais realiza-se nos termos definidos no RTP e no PEI específicos de cada aluno.

in https://www.centrosei.pt/

 

 

Curso Grátis (com certificado) - EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Quando atingirmos os 100 subscritores libertamos:

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Deficiência Mental

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Curso Grátis (com certificado) - AUTISMO

Introdução:

O autismo é mais conhecido como um problema que se manifesta por um alheamento da criança ou adulto acerca do seu mundo exterior encontrando-se centrado em si mesmo ou seja existem perturbações das relações afectivas com o meio.

A maioria das crianças não fala e, quando falam, é comum a ecolalia (repetição de sons ou palavras), inversão pronominal etc.

O comportamento dessas crianças/jovens é constituído por actos repetitivos e estereotipados; não suportam mudanças de ambiente e preferem um contexto inanimado.

O termo autismo refere-se às características de isolamento e de auto-concentração das crianças.

O autista possui uma incapacidade inata para estabelecer relações afectivas, bem como para responder aos estímulos do meio.

É universalmente reconhecida a grande dificuldade que os autistas têm em relação à expressão das emoções.

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CURSO COM CERTIFICADO PARA IMPRESSÃO (GRÁTIS)

AUTISMO

Perda de contacto com a realidade exterior

 

Tipologia:

e-learning

 

Local e data:

EDUCAÇÃO DIFERENTE

6 de Abril de 2019

 

Duração estimada:
40 horas

 

Entidade formadora:

EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E DEFICIÊNCIA

 

Programa do curso:

Módulo I – Introdução ao tema

Módulo II – O autismo

Módulo III – Perda de contacto com a realidade exterior

Módulo IV – Estudo de caso

Módulo V – Intervenção

Módulo VI – Diagnóstico, características e necessidades

Módulo VII – Autismo e hipoterapia

Módulo VIII – Pressupostos a ter em conta para melhorar a intervenção

Módulo IX – Teacch

Módulo X – Sensibilizar para esclarecer

 

Final do curso:

CERTIFICADO PARA IMPRESSÃO (GRÁTIS)

 

Introdução:

O autismo é mais conhecido como um problema que se manifesta por um alheamento da criança ou adulto acerca do seu mundo exterior encontrando-se centrado em si mesmo ou seja existem perturbações das relações afectivas com o meio.

A maioria das crianças não fala e, quando falam, é comum a ecolalia (repetição de sons ou palavras), inversão pronominal etc.

O comportamento dessas crianças/jovens é constituído por actos repetitivos e estereotipados; não suportam mudanças de ambiente e preferem um contexto inanimado.

O termo autismo refere-se às características de isolamento e de auto-concentração das crianças.

O autista possui uma incapacidade inata para estabelecer relações afectivas, bem como para responder aos estímulos do meio.

É universalmente reconhecida a grande dificuldade que os autistas têm em relação à expressão das emoções.